#
Arquivos "novidades"

Para o sueco Per Olov Svedlund, presidente da fabricante de caminhões Scania na América Latina, há apenas um método eficiente para prever a evolução do mercado de veículos pesados: acompanhar o crescimento do Produto Interno Bruto. “Se o PIB vai bem, o setor vai bem”, diz Svedlund, que mora no Brasil há quatro anos, mas já passou por aqui no começo dos anos 1990. “No momento, estamos mal.” De fato, segundo os dados mais recentes da Anfavea, entidade que representa as montadoras de veículos, de janeiro a setembro foram emplacados pouco mais de 54 mil caminhões no País, uma queda de 37,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.
A perspectiva de melhora do cenário, segundo o executivo, é zero. Isso não significa, no entanto, que a Scania está parada. Na verdade, a empresa, que chegou por aqui há mais de quatro décadas, está atualizando sua produção. Já no primeiro semestre do ano que vem, ela passará a produzir em sua fábrica em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, motores e caminhões compatíveis com o padrão Euro 6, o mais avançado e rígido regulamento de emissões de gases poluentes em vigor no mundo, adotado, por enquanto, apenas na Europa e em um punhado de outros países.
A razão para esse movimento é o mercado externo. Com três fábricas no mundo, na Suécia, na Holanda e no Brasil, a empresa está ajustando seu processo produtivo para direcionar os produtos aos mercados em ascensão. O Brasil não deve adotar o padrão Euro 6 tão cedo. Na verdade, o Euro 5 entrou em vigor há apenas dois anos. Mas o cenário exige da Scania um posicionamento diferente. Suas vendas caíram 62,7% este ano, para 3,8 mil unidades. O fraco desempenho no Brasil jogou para baixo o número global de pedidos, que teve um declínio de 12%.
Nada que parece preocupar Svedlund. “O bom de termos fábricas padronizadas no mundo é que podemos direcionar nossa produção”, afirma. As fábricas europeias vão passar a suprir exclusivamente a demanda do velho continente, deixando a planta brasileira a cargo do restante do mundo, em especial os mercados latino-americanos e asiáticos. É na Ásia, por sinal, que o Euro 6 nacional deve aportar primeiro. Singapura, por exemplo, já colocou uma data para adotar o padrão: 2017. “Sempre que nos antecipamos à legislação obtemos bons resultados”, diz Svedlund.
“Foi assim no Brasil com o Euro 5, por exemplo, que lançamos um ano antes.” Em 2013, quando a Scania bateu recordes de vendas, o Brasil absorvia 80% de sua produção local. Esse porcentual caiu para 50% no começo do ano e deve chegar a 30% até dezembro. A notícia de que a fabrica brasileira irá começar a produzir o Euro 6 ainda trouxe otimismo aos funcionários, que estão apreensivo em virtude de notícias de demissões em outras montadoras – a Scania não fez cortes, mas deve dar férias de cinco semanas aos operários a partir do natal.
O motor, que ilustra a foto maior dessa reportagem, foi eleito para ser a estrela do calendário 2016 que a montadora produz como brinde. A réplica exposta na fábrica é frequentemente usada como cenário para funcionários tirarem selfies, orgulhosos. A reportagem da DINHEIRO presenciou ao menos três vezes a cena, nos cerca de 40 minutos em que esteve visitando a linha de montagem. Há outro motivo para a Scania antecipar a produção do Euro 6 no País. A empresa acredita que o uso de combustíveis fósseis está com os dias contados. Isso se deve ao fato de que a tecnologia para abandonar o diesel já existe. “O uso de combustíveis alternativos não é uma questão tecnológica, mas sim de cunho político”, diz Svedlund.
Todos os caminhões da companhia já saem de fábrica prontos para serem abastecidos com biodiesel, por exemplo. “Não há diferença, para nós, se vamos fabricar um caminhão movido a diesel, biodiesel, etanol, gás, ou qualquer outro combustível”, afirma o executivo. “O trabalho é o mesmo.” Para ele, o desafio está na infraestrutura. É o governo que precisa escolher se quer continuar a incentivar o uso do petróleo, ou garantir as bases para o crescimento de soluções renováveis. “O Brasil tem todas as condições de liderar esse processo, graças à cana-de-açúcar e ao etanol. É uma questão de escolha”, diz Svedlund.

FONTE: IstoÉDinheiro 

Complementando sua linha de transporte leve e pesada, a Icon Implementos Rodoviários lança este mês mais uma solução aos clientes, o Semirreboque Articulado Basculante Bitrem. A combinação de dois semirreboques da empresa – que está entre os mais leves do mercado e conta com capacidade de carga de até 50m³ – passa a ser comercializada já em novembro. O lançamento da empresa estará exposto no Parque das Nações, em Criciúma, durante o Motoshow 2015, realizado de 20 a 22 de novembro.
Assim como qualidade, leveza e alta capacidade cúbica de carga o Semirreboque Bitrem da empresa conta, ainda, com produção personalizada. “Além de toda a qualidade de solda, pintura e acabamento, oferecemos, ainda, projeto personalizado conforme o material e a logística do cliente. A partir disso adequamos o Bitrem às necessidades do consumidor”, explica o Gerente Comercial, Henrique Becker Serafim.
O Semirreboque Bitrem chega em boa hora ao mercado, especialmente após entrar em vigor a Lei do Caminhoneiro, que institui novas regras para jornada de trabalho e tempo de direção dos motoristas profissionais. “Carregar maior capacidade de carga se tornou essencial para motoristas profissionais, Após a lei, o lançamento do Bitrem é uma solução inteligente para essa situação, uma vez que se transporta maior quantidade no mesmo tempo de viagem”, conforme o Gerente Comercial.
Apesar do difícil cenário econômico atual, a empresa continua investindo no crescimento da linha de implementos rodoviários e já prevê expansões para o primeiro trimestre de 2016, com o lançamento do Semirreboque Carrega Tudo de dois e três eixos.
Fonte: Divulgação

Fonte: www.blogdocaminhoneiro.com/2015/11/icon-implementos-rodoviarios-lanca-semirreboque-bitrem/

Nesta terça-feira, 24 de novembro, a MAN Latin America vai participar do Congresso Brasileiro de Manufatura, em São Paulo, para compartilhar seu know-how em fabricação de veículos comerciais. A montadora, responsável pelos caminhões e ônibus Volkswagen e MAN, estará representada por Adilson Dezoto, vice-presidente de Produção e Logística. Com mais de 20 anos na indústria automotiva, o executivo vai abordar soluções integradas para garantia da competitividade e otimização de custos.
Líder na venda de caminhões no Brasil há 1
2 anos consecutivos, a MAN Latin America é referência no setor também por seu conceito de produção único no mundo, conhecido como Consórcio Modular. Na fábrica de Resende (RJ), a empresa divide com fornecedores a responsabilidade pela montagem dos veículos, o que acarreta ganhos de produtividade, elevado nível de qualidade e redução de custos.
A localização estratégica da fábrica é outro diferencial da montadora, que apoia o crescimento do setor na região Sul Fluminense defendendo políticas de desenvolvimento dentro do Cluster Automotivo, grupo criado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) para reunir as empresas automotivas e tratar de temas de interesse ao avanço da região. Entram em pauta assuntos como infraestrutura, transporte, mão de obra, energia e meio ambiente.
linha de montagem - man latin america (1)Adilson Dezoto, que já presidiu esse grupo, destaca que o Cluster não gera somente melhorias para a indústria, mas também para a comunidade. “Reunimos as empresas automotivas da região e pensamos em propostas para que as cidades acompanhem o ritmo das indústrias, com o planejamento necessário para que o crescimento seja sustentável”, explica o executivo.
Aos participantes do Congresso Brasileiro de Manufatura, o vice-presidente de Produção e Logística da MAN Latin America vai trazer exemplos de como essa organização assegura qualidade, capacidade e entrega aos envolvidos. “Esse é um modelo que pode ser replicado em outras regiões e indústrias, de acordo com sua vocação”, acredita Dezoto.
O Congresso Brasileiro de Manufatura ocorre em São Paulo nos dias 23 e 24 de novembro, reunindo grandes nomes da indústria nacional. São quase 30 palestrantes de diversos setores. O foco será no trabalho das empresas para melhorar a produtividade, além de abordar a competitividade, modernização, automação e outros conceitos bem-sucedidos como o Lean.
Fonte: MAN
Fonte: www.blogdocaminhoneiro.com/2015/11/man-latin-america-compartilha-expertise-em-congresso-de-manufatura/

O mercado brasileiro para o segmento de caminhões e ônibus está muito ruim, registrando queda de 37,6% em 2015, na comparação com 2014. Até o momento foram emplacados um pouco mais de 54 mil caminhões.
Nessa situação, os fabricantes de veículos do setor não esperam melhoras tão cedo, especialmente a Scania, cujas vendas caíram 62,7% este ano. E o que fazer? A montadora nórdica decidiu investir ao invés de demitir.
A partir do primeiro semestre de 2016, a Scania começa a fabricar caminhões e motores Euro 6. A medida visa abastecer todos os mercados da marca fora da Europa, pois as plantas da Suécia e Holanda trabalharão para atender apenas a demanda do velho continente.
Nesse caso, com apenas três fábricas no mundo, a terceira passa a atender o restante do mundo. Para isso, a planta de São Bernardo do Campo/SP não fará demissões, mas dará férias coletivas de cinco semanas a partir de 25 de dezembro.
Para a Scania, a produção brasileira será agora focada na exportação, especialmente para o mercado latino-americano e asiático, onde alguns países passarão a adotar o Euro 6. Aqui, o Euro 5 já está em vigor há dois anos e deve permanecer por mais tempo.
Em 2013, a Scania bateu recorde de vendas no Brasil e tinha 80% da produção voltada para o mercado nacional. No começo de 2015, o volume já era de 50% e deve fechar em dezembro com apenas 30%.
Além do Euro 6, a Scania no Brasil está totalmente adaptada para a produção de veículos com biodiesel, GNV e outros combustíveis alternativos, podendo assim se adaptar mais rapidamente aos mercados que venham a exigir essas novas fontes de energia.
[Fonte: Isto é]
Agradecimentos ao Rogério.
Fonte: www.noticiasautomotivas.com.br/scania-vai-produzir-caminhoes-euro-6-no-brasil-visando-exportacoes/

O clima de celebração que marcou a abertura da 20ª edição da Fenatran deu o tom para toda a semana de negócios dentro do Pavilhão do Anhembi, durante o Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga. Toda a cadeia produtiva do setor esteve representada, através de 320 marcas expositoras, que apresentaram ao mercado as principais novidades em caminhões, implementos rodoviários, produtos e serviços de gestão e rastreamento de frotas, autopeças, equipamentos, entre outros, além das entidades apoiadoras NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, Anfavea - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automores, e Anfir – Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários.  A Reed Exhibitions Alcantara Machado também confirmou a realização da  21ª Fenatran em 2017.
Ainda na abertura do evento, o presidente da Anfavea, Luiz Moan, anunciou que o governo federal reabriria o Finame-PSI do BNDES até o fim de novembro, fato amplamente comemorado, e que foi fundamental para a realização de negócios durante o evento.
“O evento tem esse poder de reunir compradores, tomadores de decisão em suas empresas, para que possam traçar novas rotas e gerar oportunidades de negócios. Como prevíamos, esta edição da Fenatran foi ainda mais importante para o mercado, pois havia alta necessidade de se criar situações de promoção e vendas” – avalia o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado Paulo Octávio Pereira de Almeida.
João Paulo Picolo, diretor do evento, reforça que a organização focada em geração de negócios, em parceria com as entidades apoiadoras, foi vital para o sucesso. “Cumprimos nosso compromisso com o mercado e entregamos todos os projetos com excelentes resultados. Os principais compradores do setor estiveram na Fenatran, e tiveram a experiência única de encontrar os melhores produtos em um só local, rentabilizando e economizando em seus negócios. Tivemos uma agenda de compra e venda muito consistente”.
A Reed Exhibitions Alcantara Machado programou uma série de atrações e encontros voltados à geração de negócios e atualização profissional durante a 20ª Fenatran. O I Congresso Fenatran reuniu mais de 150 participantes e nomes conceituados do mercado, que ofereceram conteúdo premium e perspectivas de mercado para os próximos anos. A Ilha do Conhecimento, instalada dentro do pavilhão recebeu 22 horas de conteúdo gratuito para atualização profissional. A promotora também organizou Caravana de Compradores, e o Premium Club, programa de compradores que contou com serviço de concierge, para acompanhar os compradores até o estande das empresas que os convidaram para o evento. O projeto Encontro de Negócios propiciou reuniões programadas entre compradores e expositores e movimentou R$ 16,4 milhões em 150 reuniões.
A feira reuniu durante seus cinco dias 50.222 mil visitantes/compradores, vindos dos 27 estados brasileiros. No que diz respeito à presença de compradores internacionais, 49 países estiveram presentes e puderam conferir as novidades de expositores líderes de mercado como a Volvo Caminhões e DAF, e marcas de implementos top of mind como Randon, Noma, Librelato, TruckVan, Rossetti e Guerra, além de produtos e soluções inovadoras de empresas como Valecard, Pamcard, Autotrac, Alcoa, AngelLira, Continental, entre outros.
 “A Fenatran, mais uma vez, mostrou a força que tem. Em um ano como o que estamos vivendo, ela surpreendeu até os mais otimistas. Além de vendas, a feira é um fórum consolidado para debates sobre infraestrutura, logística e mobilidade. O Congresso Fenatran e as palestras lá realizadas reforçaram o nosso compromisso com a construção do futuro do transporte rodoviário no nosso país”, opinou o presidente da NTC&Logística, apoiadora de evento, José Hélio Fernandes.
Para Moan, “o sucesso absoluto da Fenatran está diretamente ligado à decisão ágil e extremamente acertada do Governo de reabrir o PSI. Sem esta medida teríamos um ano de 10 meses, mas agora voltamos a ter um ano com 11 meses para comercialização. O fato foi, portanto, preponderante para permitir que as empresas pudessem seguir com o planejamento já estabelecido, garantir a continuação das vendas e fortalecer a confiança dos investidores, que puderam apreciar durante o Salão produtos com alto nível de inovação e tecnologia”.
A participação da indústria de implementos rodoviários foi considerada um êxito pelo segmento. Foram registradas aproximadamente 6 mil oportunidades de negócios, revelou a Anfir - Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários. “O resultado mostra que a decisão das empresas de comparecerem à Fenatran foi acertada”, afirmou Alcides Braga presidente da entidade. No estande da Anfir, a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, assinou convênio para financiamento de implementos rodoviários através do banco durante o último dia de feira. De acordo com a Caixa, a partir da Fenatran, o banco abriu linha de crédito de pelo menos R$ 500 milhões, para financiamento de até 90% do valor de compra para implementos.
“Foi um evento de superação” – avaliou o diretor de Vendas Wilson Ferri, da Randon - durante os cinco dias de feira, a marca contabilizou 300 vendas entre reboques, semirreboques e carrocerias, além das mais de 1000 prospecções juntos aos clientes que visitaram a empresa. Na ocasião, mais de 120 cotas de consórcios foram comercializadas.
“A feira de 2015 está proporcionalmente melhor, em relação ao volume de negócios – avalia Marcelo Noma, superintendente geral da Noma - o pessoal que está visitando a feira está vindo a trabalho, procurando novidades e fechando negócios, isso pra nós é muito bom”. Kimio Mori, diretor de Marketing da Rodolinea/RHODOSS acredita que a Fenatran “representa um marco para nós, pois mostra que as empresas souberam se flexibilizar, se adaptar ao mercado e realmente mostrar ao cliente aquilo que têm de melhor. É importante estar aqui por respeito ao cliente”. 
“Apesar de ser um ano difícil, conseguimos nos manter e fechamos na Feira negócios da ordem de US$ 20 mil com a Colômbia – comemorou Vanderlei Castilhos, gerente comercial da Engatcar - fizemos bons contatos com compradores da Bolívia, Chile, Uruguai e Peru, além de novos clientes que recebemos de São Paulo, Paraná e Santa Catarina”.
A Dhollandia obteve ao menos 15 encomendas de máquinas. “Viemos à Fenatran com objetivo de rever nossos clientes e também abrir novos contatos. Ficamos surpresos com a vinda de visitantes do Nordeste. Nossa expectativa é manter o crescimento em 10% para este ano”, contabilizou o engenheiro Rodrigo Freitas.
A Volvo, por exemplo, chegou à Fenatran com um estande de 4 mil m², com 40 salas de reunião e 400 colaboradores. “O investimento valeu a pena - disse Daniel Mello, gerente de Marketing da Volvo - a Fenatran é a maior feira da América Latina e reúne um público qualificado que faz os negócios acontecerem, de uma maneira que não encontramos em nenhum outro lugar no mundo. Talvez feira maior exista, mas tão voltada para os negócios, difícil de encontrar”.
Na avaliação de Luis Gambim, diretor Comercial da DAF Caminhões Brasil, “os resultados foram ótimos, acima de nossas expectativas. A marca esteve em evidência durante toda a semana para a imprensa e para a mídia especializada, além de intensificarmos o contato com nossos clientes. Também ficamos muito felizes com a aceitação do público pelo novo caminhão CF e do lançamento da Super Space Cab. Tanto nós no Brasil, quanto nossa matriz em Seattle, estamos extremamente satisfeitos com o resultado. Apesar das dificuldades desse momento, comercializamos 588 caminhões, quantidade acima de nossa meta inicial.  Ou seja, foi um sucesso total e valeu a pena a aposta na feira. Sem dúvida estaremos presentes na Fenatran 2017!”

A Fenatran 
20º Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga é organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, e tem iniciativa da NTC & Logística e Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, com apoio institucional da Anfir - Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, Simefre - Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários e ABR - Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus. Esta edição do evento tem o patrocínio de importantes empresas, como Bradesco, Petrobras, Pamcard, Mobil Devalc e CBA – Companhia Brasileira de Alumínio/Votorantim Metais.
FONTE: NTC&Logística

Consagrada no mercado por sua versatilidade de aplicação, a linha de caminhões médios e semipesados Atego da Mercedes-Benz passa a oferecer ainda mais opções para os clientes. Os modelos Atego 3030 e 3026 chegam ao mercado e são os primeiros veículos da marca a sair de fábrica já na configuração 8x2.
A estreia da Mercedes-Benz no segmento 8x2 com veículos próprios é o carro-chefe de vários lançamentos e novidades da linha Atego que a marca apresenta ao mercado. Destaque para o novo Atego 2730 6x4 para a construção civil e as severas operações fora de estrada, a opção de câmbio automático para o Atego 1729 coletor de lixo e os novos quadros de chassi, muito mais robustos e resistentes, para toda a linha de caminhões Atego 4x2, 6x2 e 8x2.
“Os lançamentos, novidades e aprimoramentos do Atego são frutos do feedback de nossos clientes e do mercado, o que captamos numa série de eventos, demonstrações e test-drive por todo o País”, diz Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Venda de Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Reafirmamos assim o compromisso de ouvir o que as estradas têm a nos dizer e, principalmente, de transformar as expectativas em novas soluções para maior produtividade e rentabilidade no transporte para nossos clientes”.
Segundo Leoncini, os novos caminhões Atego foram totalmente concebidos e desenvolvidos pelas equipes do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Mercedes-Benz do Brasil. “O objetivo é aumentar o padrão de robustez do Atego e aprimorar sua plataforma para facilitar e otimizar ainda mais o trabalho e o tempo de implementação”, afirma o executivo. “Sem abrir mão do elevado padrão de conforto e praticidade de sua cabina, mantendo também os elementos de sua avançada tecnologia, qualidade, segurança, excelente desempenho e reduzido custo operacional. Ou seja, agregamos mais valor ao Atego, ampliando as vantagens e benefícios para os clientes”.
Eixos eleváveis do Atego 8x2 otimizam os custos operacionais
A linha de semipesados Mercedes-Benz ganha então os seus primeiros caminhões 8x2 com 4 eixos originais de fábrica, o que significa que o cliente conta com a garantia total da Mercedes-Benz sobre o veículo.
Com opções de entre-eixos de 4.800 e 5.400 mm, os modelos Atego 3030 e 3026 têm capacidade para um peso bruto total - PBT de 30 toneladas, permitindo aumentar em até quase 5 toneladas a carga útil do veículo. Eles são os veículos mais leves da categoria, transportando até 500 kg a mais que seus concorrentes.
Os novos caminhões Atego 3030 e 3026 8x2 foram desenvolvidos com base no exclusivo conceito ECONFORT da Mercedes-Benz, que resulta num elevado padrão de economia, conforto, força e desempenho no transporte de carga. A cabina, por exemplo, é a mais espaçosa do segmento de semipesados, oferecendo excelente ergonomia e praticidade ao motorista, o que contribui para sua maior produtividade.
Modelo de entrada das versões 8x2, o Atego 3026 assegura o melhor custo/benefício da categoria, graças ao menor consumo e ao menor custo de manutenção.
Os caminhões Atego 8x2 são indicados para o transporte intermunicipal e rodoviário, circulando também com muita agilidade e facilidade dentro das cidades, o que é uma grande vantagem frente a carretas, por exemplo. Devido a sua notável flexibilidade e ótima capacidade de carga, os veículos são soluções ideais para as operações logísticas, especialmente para os atacadistas e distribuidores.
Outro grande destaque do Atego 8x2 é o conceito dos eixos eleváveis, tanto na dianteira, quanto na traseira, poupando pneus quando o caminhão está vazio e reduzindo os custos com pedágio. Ou seja, o transportador ganha em flexibilidade para rodar com seu veículo vazio ou carregado.
O segundo eixo na parte dianteira do caminhão é do tipo direcional, sendo totalmente sincronizado com o primeiro eixo dianteiro. Isso propicia mais confiabilidade e segurança à operação.

Atego 2730 6x4 versões basculante, betoneira e plataforma
Mantendo sua tradição em sempre oferecer soluções para as severas aplicações da construção civil em obras urbanas e das operações fora de estrada, como dos setores canavieiro, madeireiro e da mineração, a Mercedes-Benz lança o Atego 2730 6x4, com versões plataforma (P), basculante (K) e betoneira (B).
Este novo semipesado traz para o segmento um elevado patamar de força, robustez e resistência, com todo o conforto e praticidade da cabina Atego e com baixo custo operacional.
A cabina do Atego 2730 foi especialmente desenvolvida para atender sua vocação fora de estrada, trazendo adicionalmente recursos, como ângulo de entrada de 25o, parachoque e escada resistente a impactos, entre outros destaques.
As novidades do Atego fora de estrada visam tornar estes caminhões ainda mais econômicos e confortáveis, o que resulta em maior produtividade e rentabilidade para o cliente.
Com tomada de força no câmbio (versão basculante) ou tomada de força no motor e escapamento vertical (betoneira), o Atego 2730 6x4 sai de fábrica já apto para sua aplicação, preservando a originalidade dos componentes e exigindo menor tempo na montagem dos implementos.

Opção de câmbio automático para o Atego 1729 coletor de lixo
Caminhão robusto, resistente e com excelente custo operacional, o Atego 1729 coletor de lixo traz importantes novidades para o mercado. Além de receber o novo quadro de chassi dos caminhões Atego, passa a oferecer a opção de câmbio automático Allison. Isso propicia um nível superior de conforto e dirigibilidade ao motorista, contribuindo para maior produtividade em sua jornada de trabalho.
O câmbio automático é altamente recomendável nas operações de coleta de lixo devido ao intenso “para e anda” do veículo, o que ocasiona alto desgaste da embreagem na opção de câmbio manual. A solução automática é mais robusta e evita as paradas frequentes para troca de embreagem.
De qualquer forma, a fim de atender a todas as demandas do mercado, o Atego 1729 coletor de lixo continua sendo oferecido também na versão com câmbio mecânico, aumentando as opções de escolha para os clientes.

Novo painel de instrumentos se destaca pela navegabilidade
A partir de 2016, os caminhões Atego passarão a oferecer muito mais qualidade e praticidade para o dia a dia de trabalho e entretenimento do motorista. O inédito painel de instrumentos, por exemplo, se destaca pela fácil navegabilidade, sendo totalmente intuitivo e amigável. O display, colorido e em alta definição, de 4 polegadas, facilita a leitura dos dados e mensagens.
Os comandos do painel podem ser executados por teclas de navegação em cruz ou por meio de botões no volante, item que se torna opcional a partir de 2016. Assim, o motorista identifica rapidamente todas as informações e funções essenciais para melhor controle da operação e manutenção do veículo, como consumo de diesel e nível de lubrificantes, além das opções de entretenimento, caso do novo sistema de som. A partir de 2016, os caminhões Atego têm a opção de rádio original de fábrica, com Bluetooth e entrada USB.
O módulo PSM do Atego, que se torna série em todos os veículos, permite a troca de informações entre a linha CAN eletroeletrônica do caminhão e equipamentos externos. Isso traz mais flexibilidade ao implementador e ao cliente.
Os caminhões Atego também já vêm preparados para a ativação do sistema de gestão de frota e rastreamento FleetBoard, bastando que o cliente faça a solicitação junto à Mercedes-Benz.

Caminhões Atego asseguram versatilidade no transporte de carga
A linha Atego é formada pelo caminhão médio 1419 e pelos semipesados 1719, 1726, 1729, 2426 6x2 e 2430 6x2, juntando-se agora aos modelos Atego 2730 6x4 e 3026 e 3030 8x2. Conforme o modelo, são oferecidas até três versões de entre-eixos, o que se traduz em amplas opções de configuração para atender a todas as demandas dos transportadores.
A família Atego possui a maior variedade de versões de cabinas para o segmento de médios e semipesados. São quatro opções disponíveis (Standard, Estendida, Leito Teto Baixo e Leito Teto Alto), que se adequam às necessidades de cada tipo de cliente e aplicação. Esta variedade é exclusiva no mercado, só disponível para caminhões Mercedes-Benz.
Independente do tipo de cabina, os caminhões Atego permitem a utilização das maiores carroçarias do mercado, com comprimentos máximos legais, por exemplo, de 8,70 metros a 9,20 metros, no caso do entre-eixos mais comercializado de 4,8 m, nas versões 6x2, dependendo da cabina utilizada.
Devido a sua robustez, força e características técnicas, os caminhões Atego estão aptos a receber todo tipo de carroçarias e implementos, como baú, carga seca, furgão isotérmico ou frigorificado, sider, bebidas, botijões de gás, tanque de combustíveis, GLP ou produtos químicos, carroçaria aberta de madeira ou alumínio e diversos outros implementos.

Graças a sua versatilidade de utilização, os caminhões Atego são indicados para empresas de transporte de carga, transporte de carga própria e autônomos. Entre eles, incluem-se distribuidores, atacadistas, cerealistas e operadores logísticos, como também os que atuam no transporte de bebidas, eletrodomésticos, móveis, hortifrutigranjeiros, frigorificados, produtos químicos, materiais de construção, distribuição de água e serviços para prefeituras, entre outros.
Modelo
Motor
PBT técnico (kg)
Entre-eixos
(mm)
1419
OM 924 LA
185 cv @ 2.200 rpm
71 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
14.300
3.571
4.796
5.360
1719
OM 924 LA
185 cv @ 2.200 rpm
71 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100
3.571
4.796
5.409
1726
OM 926 LA
256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100
3.571
4.796
5.409
1726 4x4
OM 926 LA
256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100
4.160
1730 S
OM 926 LA
286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100/
36.000 (PBTC)
3.560
1729
coletor de lixo
OM 926 LA
286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
17.100/
24.100
4.796
2426 6x2
OM 926 LA
256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
24.100
3.550
4.775
5.388
2430 6x2
OM 926 LA
286 cv @ 2.200 rpm
128 mkgf @ 1.100-1.200 rpm
24.100
3.550
4.775
5.388
2730
K/B/P
6x4
OM 926 LA
286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
26.600
4.830 (+1.350) 3.550 (+1.350)
3026 6x2
OM 926 LA
256 cv @ 2.200 rpm
92 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
30.200
4.775
5.388
3030 6x2
OM 926 LA
286 cv @ 2.200 rpm
114 mkgf @ 1.200-1.600 rpm
30.200
4.775
5.388
FONTE: Mercedes-Benz

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript desabilitadoPor favor ativar o JavaScript para ver todo o conteudo