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Arquivos "rodovias"

Fiscalização ocorreu na Via Dutra, no Km 05, sentindo Rio de Janeiro.
Carga com 504 caixas apresentava nota fiscal com divergências.

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu na tarde desta quinta-feira (17) um caminhão carregado com 12.096 garrafas de cerveja no trecho de Lavrinhasda Dutra. A abordagem ocorreu durante fiscalização de rotina na altura do km 5 e, segundo a PRF, a carga tinha nota fiscal com divergências.
Os policiais abordaram o caminhão, que estava carregado com 504 caixas de cerveja. Ao realizar a vistoria nos documentos apresentados, os policiais notaram que a nota fiscal fazia referência a embalagens vazias (sem o líquido) e também apresentava divergência no itinerário -- a nota fiscal constava que a carga estava indo de Rio das Ostras (RJ) para São Paulo, mas durante a abordagem, o veículo estava no sentido oposto, em direção ao Rio de Janeiro.
O condutor, um homem de 25 anos, alegou que a carga havia sido devolvida pelo comprador, apresentando versão contraditória com os documentos. Ele prestou depoimento, mas a carga permaneceu apreendida.
fonte: g1.com
 



Um caminhão com cerca de 13,6 toneladas de laranja foi flagrado sem documentação ao passar pela Via Dutra (BR-116), na altura de Lavrinhas (SP), nesta segunda-feira (21).

Agentes da Polícia Rodoviária Federal, em vistoria, verificaram que não havia a Permissão de Transporte de Vegetais (PTV) e o expedidor da mercadoria não possuía Cadastro Técnico Federal (CTF) no Ibama. Sem essa documentação, o caminhão não poderia fazer o transporte da mercadoria.
Por se tratar de alimento perecível, as 50 caixas da fruta não foram apreendidas, mas a empresa responsável deverá responder pelo crime ambiental (pela falta da documentação) e pela infração administrativa contra a Defesa Agropecuária de São Paulo.
fonte: g1.com




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Condutor do caminhão avançou cruzamento enquanto trem se aproximava.
Vale disse que local é sinalizado e maquinista cumpriu procedimentos.

Um acidente entre um caminhão e um trem deixou uma pessoa ferida na localidade de Maria Ortiz, interior de Colatina, no Noroeste do estado, nesta terça-feira (28).
A batida ocorreu porque o motorista tentou atravessar os trilhos enquanto o trem se aproximava, mas não conseguiu sair a tempo.
O motorista do caminhão estava sozinho no veículo e, com a batida, ele foi arrastado dentro da cabine até ser lançado para fora.
A cabine continuou sendo empurrada pelo trem por quase 100 metros, soltando pedaços ao longo da via.
Acidente ocorreu em um cruzamento no interior de Colatina (Foto: Alessandro Bacheti/ TV Gazeta)Acidente ocorreu em um cruzamento no interior de
Colatina (Foto: Alessandro Bacheti/ TV Gazeta)
O pescador João Ponche presenciou o acidente. "Eu vi quando o trem passou buzinando, mas não deu sinal de freio, veio só buzinando, enquanto isso a carreta estava avançando. Quando o motorista percebeu, tentou voltar um pouco, mas não conseguiu. Quando o maquinista viu que ia colidir, tentou frear, mas não conseguiu", disse.
Após ser lançado para fora, o motorista do caminhão ficou sentado ao lado da ferrovia, esperando socorro. Ele foi amparado pelos moradores da localidade e em seguida levado a um hospital pelo Corpo de Bombeiros.

O acidente ocorreu no trecho da Ferrovia Vitória a Minas que passo por Colatina. Parte da via ficou fechada depois da batida e todo o fluxo de trens foi desviado para um único lado.
O cruzamento onde tudo ocorreu é sempre bem movimentado, segundo moradores, por dá acesso à Vila de Pescadores de Maria Ortiz e a várias empresas.

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O movimento dos caminhoneiros que tem paralisado as estradas do país se mobiliza em busca de respaldo político para ser atendido pelo governo. Um dos líderes do grupo, Ivar Luiz Schmidt, vai se encontrar na tarde desta terça-feira com a bancada ruralista, que está preocupada com a greve, e tenta agendar um encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por intermédio do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).
O grupo reclama do aumento do diesel para ajustar as contas do governo e pede que seja implementado um preço mínimo por quilômetro rodado para o frete no país. “Hoje,70% do faturamento vai para custear o óleo diesel. Os custos aumentaram muito nos últimos dez anos, mas o preço do frete ficou congelado”, disse Schmidt, relatando que o movimento foi formado pela rede social Facebook por caminhoneiros insatisfeitos com o aumento de custos.
Segundo Goergen, o grupo procura respaldo político para ser atendido pelo governo. “Estão em greve faz seis dias e o governo ainda não abriu diálogo com eles. No máximo ameaça com retaliação”, afirmou.


Cooperativas do Paraná
No Paraná, representantes das cooperativas reclamam que o bloqueio nas rodovias brasileiras tem afetado o transporte de matérais-primas e gêneros alimentícios. 
No oeste do Paraná, cooperativas relatam perdas em decorrência dos bloqueios e riscos de paralisação em indústrias lácteas e abatedouros por dificuldade de escoamento da produção dos cooperados até as plantas industriais. Ontem, a Aurora e a BRF já anunciaram paralisação de atividades em alguns frigoríficos.
Neste contexto, dirigentes da Ocepar, que representa as cooperativas, e de entidades como Fecomércio e Associação Comercial do Paraná (ACP), se reuniram com o superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal, Gilson Luiz Cortiano, para pedir ações mais efetivas no desbloqueio das rodovias. 
“Os representantes do setor produtivo enfatizaram a necessidade de ampliar o diálogo com os caminhoneiros, visando a liberação dos trechos bloqueados pelos manifestantes”, diz informe das entidades auto-denominadas G7. No entanto, nenhuma ação foi definida. 
Os protestos começaram na semana passada e se espalharam em 38 pontos do país, com os caminhoneiros solicitando reajustes nos valores de frete para compensar o aumento do diesel, redução de ICMS sobre o combustível entre outros pleitos estuduais e federais. 

Leite no Rio Grande do Sul
Os bloqueios promovidos pelos caminhoneiros já impediram, desde ontem, segunda-feira, a entrega de 5 milhões de litros de leite cru no Rio Grande do Sul para as indústrias. O volume equivale a quase 40% da captação diária no Estado, que chega a 13 milhões de litros.
A estimativa é do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS). Segundo o diretor-executivo Darlan Palharini, a entidade entrou nesta terça-feira com ações na Justiça federal e na estadual pedindo o desbloqueio das estradas em caráter liminar, mas ele admite que mesmo que a iniciativa seja bem-sucedida, os caminhoneiros que não fazem parte das manifestações estão “inseguros” em sair para as rodovias.
Conforme Palharini, se o leite não for recolhido nas propriedades dos produtores ou nos postos de resfriamento em até 48 horas, terá de ser descartado. Até agora, o volume que deixou de chegar às indústrias equivale a um prejuízo de cerca de R$ 3,75 milhões para os produtores. 
FONTE: Valor Econômico 

A entrada e a saída do Porto de Santos, no litoral de São Paulo, estão bloqueadas devido a um protesto de caminhoneiros que ocorre desde a manhã desta terça-feira (24). A paralisação, promovida por trabalhadores autônomos, acontece em função da manifestação de caminhoneiros que protestam em todo o Brasil.
Devido ao bloqueio na Rodovia Anchieta, a pista Sul da via está congestionada do km 63 ao km 64. A marginal e a pista central estão bloequeadas. A fila de caminhões fez com que a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), liberasse a circulação de veículos de passeio, que chegam da capital paulista, pelo acostamento da via Anchieta.
O protesto realizado em Santos tem a mesma razão de outros que têm sido apresentados em outras cidades brasileiras, desde sexta-feira (13). Com o aumento do preço do diesel, a cobrança de pedágio por eixo suspensos dos caminhões, que está em vigor desde 2013, e o aumento no valor do  frete, os caminhoneiros questionam que esses reajustes não condizem com o aumento salarial dos próprios trabalhadores.

FONTE: G1 

A Justiça Federal no Rio Grande do Sul determinou aos caminhoneiros, que fazem manifestações contrárias ao aumento dos combustíveis, que desobstruam, ainda hoje (24), acostamentos e leitos das rodovias federais sob jurisdição da 3ª Vara Federal de Pelotas. A liminar, da juíza federal Dulce Helena Dias Brasil, abrange as BRs 293, 116 e 392.
A decisão judicial foi motivada após a Advocacia-Geral da União (AGU) ter ajuizado ação de reintegração de posse, ontem (23) à noite, contra o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens de Rio Grande, sob a justificativa de que os caminhoneiros estavam impedindo o direito de ir e vir dos condutores de veículos na região.
Segundo a juíza, a conduta dos manifestantes extrapola o direito à livre manifestação. “Ainda que a ordem jurídica assegure o direito de manifestação, este direito não é ilimitado, mas sujeito a regras que visam a preservar os direitos dos demais (a maioria), que não estão envolvidos diretamente com a situação, até porque o direito da maioria não pode ser subjugado, a menos que haja autorização legal”, disse, por meio de nota.
Ela estipulou prazo de uma hora, a contar da chegada do oficial de Justiça, para que os caminhoneiros desobstruam as rodovias. Caso a determinação não seja cumprida, ela definiu multa de R$ 5 mil por hora de permanência não autorizada.

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